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domingo, 25 de abril de 2010

Por que as igrejas tradicionais se distanciaram das periferias?

Sou pentecostal mas tenho um carinho especial pelas igrejas tradicionais, como presbiterianas, batistas, metodistas e congregacionais. Mas um fato me espanta- As igrejas tradicionais abondaram as periferias. Agora, com exceção das igrejas batistas, há pouca representação nos bairros mais pobres das denominadas igrejas históricas. Em São Paulo, por exemplo, é raro achar uma Igreja Presbiteriana do Brasil na região de Parelheiros, no extremo sul da capital paulista. Essa região agrega vários bairros pobres que estão cheios de igrejas pentecostais e neopentecostais, mas quase nada de igrejas reformadas.

Alguns reformados alegam que a sua mensagem é de difícil assimilação para pessoas de baixo grau de instrução. Ora, será que as igrejas em bairros de classe-média e média-alta têm membros com boa compreensão? Os jovens universitários de igrejas na Vila Mariana, bairro de classe-média, conhecem bem a estrutura doutrinária de suas igrejas? Ou o desconhecimento é geral, independente de classes sociais e grau de estudo? O problema, então, não seria didático? Será que é possível colocar a inércia na periferia como uma questão de dificuldade no ensino?

Outra desculpa é que a mensagem reformada não é agradável ao grande público. Convenhamos, uma igreja como a “Deus é Amor”, extremamente legalista, traz em sua mensagem “curas” com um alto grau de comprometimento com a rigidez doutrinária da denominação, mas mesmo assim só penetra nas periferias. O ultralegalismo de algumas igrejas pentecostais ou neopentecostais não impede o seu crescimento. Então, por que a doutrina reforma seria tão pesada assim para que as pessoas se distanciassem de seus cultos?

E você, amigo tradicional ou pentecostal, o que acha desse distanciamento das periferias pelas igrejas históricas?

19 comentários:

Elton Morais disse...

Eu já fui de uma igreja tradicional (batista).

Pelo tempo que eu passei nessa igreja, eu notei que a maioria das pessoas por serem "mais frias" não tem amor pelo próximo (até mesmos com os próprios irmãos da mesma igreja).

Não estou falando que todas as igreja tradicionais sejam assim, mas a que eu frequentava era.

francisco disse...

Os tradicioonais ,geralmente sao mais educados, melhor informados, melhor poder aquisitivo entre outras coisas , mas geralmente sao frios ,frios nao no sentido de re-teté mas nos sentido de seram amantes do seu bem estar e pouco se importarem com os menos favorecidos mesmo, quando veem um pobre questionam logo por que tem muitos filhos etc
Os tradicionais nao tem o fervor de ganhar almas , e ajudar a quem precisa

Saulo R. do Amaral disse...

Talvez esse seja um fato, realmente.

Agora, as desculpas são super esfarrapadas. Como assim a doutrina reformada não é assimilável pelas pessoas de baixa instrução? Agora para entender o evangelho alguém precisa ter escolaridade? E a doutrina da regeneração? Não é o Espírito Santo que capacita os crentes a assimilarem as doutrinas? Pedro, iletrado, e Paulo, o erudito, estavam no mesmo time e tinham o mesmo entendimento do Evangelho. E John Bunnyan, um paneleiro sem escolaridade escrevendo livros cheios de doutrina?

E por "grande público" o que ele quis dizer? É claro que a grand emaioria não quer o evangelho, mas isso não deve ser desculpa para nos furtarmos de nossa missão.

Na boa, estas "desculpas" cheiram a um elitismo ridículo.

Agora, na boa, colocar os "tradicionais" todos no mesmo saco é generalziar. Seria mesma coisa que um reformado dizer que todos pentecostal é doidão e fica rolando no chão que nem um retardado. Isso não é verdade.

Existem várias igrejas tradicionais que são exemplo para a maioria. Outras, são exemplos no sentido negativo...

Matias disse...

Sou de uma igreja tradicional e concordo com o Gutierres.
O problema porém não é "por que as igrejas tradicionais se distanciaram das periferias", mas "por que as igrejas tradicionais nunca foram para as periferias"? As razões, algumas estão no próprio artigo:
1. uma teologia academica e importada sem relevância prática para o morador das nossas periferias
2. exclusão social
3. falta de poder do Espírito Santo
(a teologia tradicional limita o agir do Espirito Santo).
4. a igreja tradicional se faz presente através de projetos sociais, que prestam bons serviços, mas não integram os menos favorecidos na comunidade dos mais favorecidos. É missão à distância.
Mais patético é o que certos reformados pensam da sua teologia: esta só é compreendida pelos "estudados". De fato, a crença em predestinação e o calvismo não são marcas da maioria das igrejas nas periferias. Mas não aprouve a Deus revelar-se aos pequeninos e os que nada são? Então o pentecostalismo é mais bíblico do que o calvinismo... Pois o pentecostalismo é a opção da periferia (sempre foi, tambêm quando ainda não havia "pentecostalismo", o ingles John Wesley com sua doutrina não calvinista alcançava os que nada são, como por exemplo os mineiros, as crianças que trabalhavam em minas de carvão etc).
Sonho um dia ver a igreja não mais dividida entre "tradicionais" e "pentecostais", "ricos" e "pobres", mas vivendo a realidade de Atos 2,44. E isto somente é possível pelo poder do Espirito Santo.
Um grande abraço,
Matias

Ferreira disse...

O REVESTIMENTO DE PODER que condicionou a igreja apostólica ...ser testemunha tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra(At1.8), foi um PRINCÍPIO estabelecido pelo próprio Senhor Jesus. As igrejas tradicionais tem enfraquecido este PRINCÍPIO e fortalecido a mediocridade do formalismo, tornando-se assim, incapacitadas de desempenhar a sua missão, concernente as periferias. Está na hora dos tradicionais atentarem, se os seus MÉTODOS e ESTRATÉGIAS estão em conformidade com os PRINCÍPIOS BÍBLICOS e não correrem o mesmo risco da igreja européia dos dias atuais: "A EXTINÇÃO".

Juan de Paula disse...

Gutierres,

interessante reflexão. Interessante mesmo.

Como vc deve saber sou batista e sou reformado (batista, reformado com inclinações carismáticas - crendo na contemporaneidade dos dons a la Wayne Grudem).

Já servi durante 5 anos numa igreja frente a uma comunidade carente.


Arrisco escrever que:

1 - Há realmente um desinteresse doutrinário no evangelicalismo brasileiro (ainda que haja melhoras e progressos talvez). Há também igrejas neo-pentecostais e adeptas da teologia da prosperidade em bairros de classe alta ou média-alta aqui no RJ.

2 - Há uma falta de diálogo com a cultura brasileira e principalmente cultura da periferia. Conheço igrejas históricas que estão ganhando muitos jovens em periferia por usarem hip-hop com letras bíblicas nas igrejas.

3 - Geralmente reformados são muito dados ao estudo (o que é bom, ignorância não é virtude) mas para alcançar pessoas de baixa cultura (não necessariamente baixa renda ainda que milhares de pessoas estejam nos dois quesitos) é necessario imergir na cultura dela e entender até aonde ela consegue usar a sua mente e em que profundidade sem preconceito e ar de superioridade (lembrando que antes de Paulo ministrar em grandes centros urbanos e intelectuais, o Senhor Jesus ministrou para uma gente de baixa renda e sem muita cultura através de parábolas). Entendo que as parábolas de Jesus são excelentes para pregações em periferias. Entendo também que o tempo deve ser mais curto do que uma igreja mais "elitizada". Entendo também que o pregador de periferia deve ser bem passional pela cultura local que ele está ministrando (como diz Lloyd-Jones em Pregação e Pregadores, Ed. Fiel - Pregação é lógica com fogo - Luz e Calor).

4 - Um amigo que é obreiro da IPB me disse que o presbiterianismo não cresceu em favelas por causa da cultura de estudo que a denominação tem (tenho conhecimento de causa porque estudei Teologia no Mackenzie - validação), então o que acontecia é que a medida que as pessoas fossem sendo ganhas e discipuladas, estudavam para conhecer a Bíblia e os documentos doutrinários da IPB (Confissão e Catecismos) também crescia no campo das ciências progredindo socio-culturalmente e ascendendo economicamente o que permitia uma mudança para melhor de localidade para morar. Acho que faz sentido.

Com isso, não digo que sou expert em periferias, favelas ou comunidades carentes. Como seminarista e pastor, já pequei muito em tentar dar conteúdo além da conta em lugares onde deveria pegar mais leve. Deus trabalhou meu coração e vejo melhoras nesse sentido.

Um amigo pastor que serviu comigo entende que o problema é a falta da presença do estado nessas comunidades.

Indico um livro ótimo que li nesse sentido: Viv Grigg, Servo entre os pobres, Cristo nas Favelas urbanas, Ed. Ultimato. Nota 10, altos insights.

Existem iniciativas como o ministério Restore Brazil (www.restorebrazil.com) - Jay Bauman, que tem como um de seus objetivos, plantar igrejas em favelas que sejam centradas no Evangelho (independente de caracteristicas denominacionais ou eclesiológicas).

Paro por aqui na esperança de ter contribuido com a conversa e com Esperança de ver a glória de Cristo resplandecer nas áreas periféricas gerando transformação de vidas e transformação social.

Um abraço,
Juan

Pr. Carlos Roberto disse...

Caro Gutierres,

Graça e paz!

Muito pertinente seu post.

Além de concordar com seu posicionamento, bem como também dos demais comentaristas, quero ainda salientar que, nas periferias, a própria maneira de pastorear difere bastante.

O Pastor é visto em muitas situações como uma espécie de tutor das ovelhas.

Cada problema que surge na família, no casamento, e até mesmo problemas de ordem financeira, o dirigente da igreja é chamado para agir, ora como conselheiro, conciliador e às vezes até como delegado e juiz. rsrsrs

Além disso, as pessoas exigem a presença do pastor, quase que em tempo integral, nas festinhas de aniversário, casamento e até mesmo para simples visitas com um cafézinho.

Esse é um perfil não exigido nas maiores igrejas dos centros urbanos, mesmos nas pentecostais e neo pentecostais, entendo ser isso uma questão cultural

Nesse caso, naturalmente as igrejas históricas e tradicionais vao se distanciando dos grandes centros, em virtude de seus obreiros nem sempre terem como atender a esse perfil.

Conversando com alguns pastores de igrejas tradicionais, outra coisa que os impedem de adentrar às favelas e bairros em áreas não regularizadas, é a exigência da denominaçao em só implantar congregações em áreas totalmente regularizadas, por exemplo, adquirir terrenos ou mesmo alugar salões, somente em locais com escritura.

Já as pentecostais e neopentecostais, chegam nos lugares da mesma maneira que o povo chega.
Talvez isso contribua na resposta à pergunta tema do seu texto.

Um grande abraço!

Seu conservo,
Pr. Carlos Roberto

Gleison Elias Pereira disse...

Nobre Gutierres

Parabéns por este excelente texto,

Como você, eu também tenho um carinho especial pelas referidas igrejas históricas, pois são denominações que possuem “raízes” e uma longa história acompanhada com lágrimas, dedicação e amor pelo Evangelho manifestado por muitos homens e mulheres de Deus.

Todavia, reconheço que esse assunto abordado aqui por você é muito preocupante, principalmente quando deparamos com a recomendação dos apóstolos Tiago, Cefas e João, que diligentemente recomendaram aos incansáveis missionários, Barnabé e Paulo, a não negligenciarem a pregação do Evangelho aos pobres. "Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres, o que também procurei fazer com diligência, Gálatas 2.10.

Por ora, não tenho respaldo suficiente para diagnosticar a causa desse distanciamento entre igrejas histórias e periferias. Porém, reconheço a necessidade dessas respeitáveis denominações repensarem e discutirem o referido assunto no sentido de cumprirem fielmente o IDE do Senhor da seara.

Parabéns a todos os irmãos que me antecederam deixando aqui excelentes comentários.

Gutierres, você está convidado a me fazer uma visita ao meu Blog http://www.gleisonelias.com.br/

Caso deseje ser um seguidor ou deixar um comentário, será uma honra.

Um grande abraço!

Anônimo disse...

Gutierres,

Muito interessante a questão que você levanta. Eu imagino várias razões por que as igrejas tradicionais não evangelizam as periferias.

Há diferenças não somente doutrinárias, mas também há diferenças de métodos e organizações entre os pentecostais e os tradicionais. Uma delas é a maneira como eles são meticulosos com doutrinas e o treinamento dos líderes. Quando alguém se converte numa igreja pentecostal ele já é um discipulador, embora sendo um analfabeto bíblico, ainda assim, ele é um ganhador de almas, se tiver iniciativa pode em alguns meses fundar uma congregação, parece exagero da minha parte, mas não é. Quanto ao treinamento em seminário de uma igreja tradicional parece muito com a da igreja romana, é demorado requer despesas e por aí vai.

Eu penso que a organização das igrejas tradicionais as engessam quanto à liberdade dos pentecostais os tornam vulgares. Ainda assim, eu admiro os pentecostais, penso que os tradicionais têm muito a aprender com eles e vice-versa. Temos muito a aprender com os erros e acertos dos outros.

Emerson Costantini

Anônimo disse...

Boa pergunta. Mas, caro articulista, no âmbito das igrejas históricas voce não cita luteranos e anglicanos. Alguma coisa contra ?
Sou luterano

Wolf Sheimann
Santo André-SP

Gutierres Siqueira disse...

Caro Wolf Sheimann, a paz!

Não tenho nada contra as igrejas luteranas e anglicanas. Neste blog já entrevistei o bispo anglicano Robinson Cavalcanti.

No referido post não citei essas igrejas pois o objetivo não era fazer uma lista de todas as denominações tradicionais existentes no país.

Obrigado pela visita,

Abraços!

Anônimo disse...

O senhor Jesus não mandou ninguém pregar o evangelho,antes de receber revestimento do Espirito(Eu não o conhecia; mas o que me enviou a batizar em água, esse me disse: Aquele sobre quem vires descer o Espírito, e sobre ele permanecer, esse é o que batiza no Espírito Santo. jo cap1 v33. Penso que a pessoa letrada que ouve uma pregação tem que ser humilde de coração para perceber a palavra de Deus falada na boca de iletrados,tem que crer que Deus é poderoso para usar quem ele quer. Os que são batizado com o Espirito Santo e com fogo, pregam tanto na periferia quanto no meio da elite,ainda que esses últimos venham a julgar o seu falar(vocabulário)obs: já fui batista PAZ!

Anônimo disse...

Desculpa, aonde você mora? já saiu do seu estado? já visitou todas as Igrejas tradicionais do Brasil para afirmar isso? acho que não...

Conheço o trabalho dos presbiterianos no sertão... das metodistas em grandes cidades com moradores de rua... entre outras e posso garantir que isso não é verdade!

A diferença (creio eu) é que não pregamos o que eles querem escutar $$, o que os pentecostais e neo sabem fazer de melhor!

Quanto à afirmação de alguns que somos frios... sem comentários! só quem está de fora p'ra dizer isso!

Gustavo Gott

claudio disse...

Sobre a ausencia dos presbiterianos e metodistas nos sertoes e uma realidade, ja visitei varias cidades do interior do ceara e piaui so para tomar como exemplo!

E dificilmente encontrei uma presbiteriana ou metodista esses sertoes mas encontramos sempre uma assembleia de Deus

CREIO que estao confundindo pentecostais com neo pentecostais

Anônimo disse...

Claudio, alguns endereços só das Presbiterianas do Brasil no sertão... pois tem tbm as independentes, conservadoras, renovadas etc:
Ceará: http://tinyurl.com/297pkzo
Piauí: http://tinyurl.com/2ec4k5g
Metodistas 508 Pontos Missionários.

'Ausentes' elas não são! Lógico que as pentecostais, principalmente as assembleianas, crescem em números que seria ridícula a comparação, mas isso se deve também ao pouco preparo (em tempo) teológico dos seus pastores. Aqui perto de casa funciona um seminário assembleiano que é possível 'ser pastor' em 2 anos *à distãncia (isso quando há algum preparo por parte deles)... enquanto as tradicinais de 4 à 5 anos de preparo; geralmente são Igrejas locais e não contam com o suporte financeiro das pentecostais... concerteza a comparação é ridícula rs... mas 'ausentes' isso elas não são!

Anônimo disse...

E FATO IRMÃOS AS IGREJAS TRADICIONAIS
TEM UM PAPEL NO COMEÇO DA IGREJA FORAM ELES QUE COM AFINCO VECERAO A PERSEGUIÇÃO E HOJE NOS PENTECOSTAIS SIMPLISMENTES NA DAMOS O VALOR EAL DESSAS IGREJAS QUE MESMO PERSIGUIDA VESERAM EU MESMO SENDE PENTECOSTAL SOU UM ADIMIRADOR DAS IGREJAS TRADIÇONAIS

Anônimo disse...

Vou abordar esta questão da seguinte maneira:

Deve a igreja ser atrativa e ir de encontro aos anseios sociais das comunidades onde está inserida?
A resposta é Não.
A igreja tem outra funçao neste mundo, e esta é a única que justifica sua existência.
A boa nova e o caminho difícil.
E leva a outra questão:
Quem estuda acaba saindo das periferias...
E quem vai á igreja tradicional, com a sua escola bíblica e tudo o mais, aprende a estudar.
As pessoas querem realmente estudar e melhorar sua vida? Ou querem uma gratificaçao imediata, comumente chamada milagre?
Deixo á reflexão dos demais estes argumentos...
Este é um tempo em que algumas questões não sao bem recebidas...

Anônimo disse...

Parece-me ser um caso especifico do seu pais/regiao. Por essas bandas -mocambique e totalmente ao contrario porque sucede-se que as igrejas tradicionais estao nos locais mais recondidos possiveis e chegam a desempenhar papeis que cabem ao governo como assistencia medica e medicamentosa, alfabetizacao das massas para alem de envagelizacao, porem seria interessante se colocassem o enquadramento espacial no tema, embora tenha sido o tema que me atraiu a ler o blog.

yolanda, maputo - mocambique

Klaudiney disse...

Me converti numa assembleia de Deus, a 17 anos , a 5 estou numa Batista fundamentalista não pentecostal, e devo dizer que ambas erram em muitas coisas,as tardicionais são rivais entre si, até mesmo de Batistas contra os Batistas da conveção batista os Batistas dizem que somente eles seráo salvos e que a salvação não se perde e coisa assim, existe uma rivalidade primeiramente entre as tradicionais , e depois com as pentecostais que são tratadas como seitas e que todos caminão para o inferno, Hoje eu não consigo conconcordar mais com esta questão de que é preciso ser teologo academico para pregar o evangelho, pois acredito que esta função é do REspirito Santo, a capacitação vem da disposição e de Deus,

O Exagero dos pentecostais nos cultos é evidente as vezes não se entende mais nada vira uma especie de forro reloigioso, (não gosto), mas isto dentro do templo, ja fora dele são uma benção com a biblia nas maos, Tradicionais é o contrario , uma benção nos estudos mas fora da igreja , não fazem nada!

Graça e Paz Klaudiney