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sábado, 4 de setembro de 2010

Lição 10 - O Ministério Profético em o Novo Testamento

Subsídio escrito pela equipe de educação da CPAD

O termo “profeta” deriva-se do termo grego prophetes, “alguém que anuncia...


Leitura Bíblica em Classe
1 Coríntios 2.9-13

Introdução

I. Jesus Cristo, o profeta que havia de vir
II. A atividade profética em o Novo Testamento
III. O exercício profético dos Apóstolos

A PROFECIA EM JESUS CRISTO

O termo “profeta” deriva-se do termo grego prophetes, “alguém que anuncia”. O Antigo Testamento, mais frequentemente traduz o termo hebraico naui’, que vem de uma antiga palavra que significa “aquele que fala”. Tornou-se um termo técnico que indica alguém que fala por Deus (ou por um deus ou deusa: o falso deus Baal tinha seus profetas, bem como sua consorte, Aserá, 1 Rs 18.19). Envolve noções de proclamação, pregação e informação. O trecho de Isaías 42.1-7 fala de Cristo como o Servo ungido que iluminaria as nações, ao passo que Isaías 11.2 e 61.1 falam do Espírito do Senhor, que sobre Ele repousaria. O Novo Testamento retrata Jesus como um “pregador” e “mestre” (no grego, didaskalos, termo usualmente traduzido por “mestre”, no sentido de mestre-escola), bem como “aquEle que cura” (Mt 9.35). Ele anunciou a salvação aos pobres (Lc 4.18,19). Nos tempos bíblicos, o termo “profeta” não incluía necessariamente a capacidade de olhar para o futuro. Os profetas eram apenas aqueles que falavam por Deus, e se houvesse predição do futuro, seria Deus, e não o profeta, que via o futuro e o revelava. O profeta era apenas boca usada por Deus. Os profetas também eram chamados videntes, porque Deus lhes permitia enxergar a mensagem, algumas vezes em suas mentes, outras, em sonhos e visões.

Jesus, entretanto, cumpriu o ministério de profeta no sentido mais elevado. Ele disse: “... a palavra que ouviste não é minha, mas do Pai que me enviou” (Jo 14.24). Particularmente no ano do encerramento de seu ministério público, Jesus muito ensinou a seus discípulos sobre os eventos que ainda aconteceriam. Capítulos inteiros de discurso nos evangelhos - Mateus 24, por exemplo -, são compostos por profecias futuristas [grifo nosso]. É claro que Jesus cumpriu o ofício de profeta. Nos primeiros dias de seu ministério, chegou proclamando o que os profetas do Antigo Testamento haviam previsto que se cumpriria nEle (Lc 4.16-21). O Reino já estava próximo, na sua pessoa e ministério (Mt 4.17). Sua mensagem profética vinculava-se a uma chamada ao arrependimento, e, tal como se dava no Antigo Testamento, essa convocação fluía de um coração repleto de amor pelas pessoas e desejo de ver as bênçãos celestiais sobre elas.

Texto extraído da obra: Doutrinas Bíblicas, Os Fundamentos da Nossa Fé. Rio de Janeiro, CPAD. O termo “profeta” deriva-se do termo grego prophetes, “alguém que anuncia...

Leitura Bíblica em Classe
1 Coríntios 2.9-13

Introdução

I. Jesus Cristo, o profeta que havia de vir
II. A atividade profética em o Novo Testamento
III. O exercício profético dos Apóstolos

A PROFECIA EM JESUS CRISTO

O termo “profeta” deriva-se do termo grego prophetes, “alguém que anuncia”. O Antigo Testamento, mais frequentemente traduz o termo hebraico naui’, que vem de uma antiga palavra que significa “aquele que fala”. Tornou-se um termo técnico que indica alguém que fala por Deus (ou por um deus ou deusa: o falso deus Baal tinha seus profetas, bem como sua consorte, Aserá, 1 Rs 18.19). Envolve noções de proclamação, pregação e informação. O trecho de Isaías 42.1-7 fala de Cristo como o Servo ungido que iluminaria as nações, ao passo que Isaías 11.2 e 61.1 falam do Espírito do Senhor, que sobre Ele repousaria. O Novo Testamento retrata Jesus como um “pregador” e “mestre” (no grego, didaskalos, termo usualmente traduzido por “mestre”, no sentido de mestre-escola), bem como “aquEle que cura” (Mt 9.35). Ele anunciou a salvação aos pobres (Lc 4.18,19). Nos tempos bíblicos, o termo “profeta” não incluía necessariamente a capacidade de olhar para o futuro. Os profetas eram apenas aqueles que falavam por Deus, e se houvesse predição do futuro, seria Deus, e não o profeta, que via o futuro e o revelava. O profeta era apenas boca usada por Deus. Os profetas também eram chamados videntes, porque Deus lhes permitia enxergar a mensagem, algumas vezes em suas mentes, outras, em sonhos e visões.

Jesus, entretanto, cumpriu o ministério de profeta no sentido mais elevado. Ele disse: “... a palavra que ouviste não é minha, mas do Pai que me enviou” (Jo 14.24). Particularmente no ano do encerramento de seu ministério público, Jesus muito ensinou a seus discípulos sobre os eventos que ainda aconteceriam. Capítulos inteiros de discurso nos evangelhos - Mateus 24, por exemplo -, são compostos por profecias futuristas [grifo nosso]. É claro que Jesus cumpriu o ofício de profeta. Nos primeiros dias de seu ministério, chegou proclamando o que os profetas do Antigo Testamento haviam previsto que se cumpriria nEle (Lc 4.16-21). O Reino já estava próximo, na sua pessoa e ministério (Mt 4.17). Sua mensagem profética vinculava-se a uma chamada ao arrependimento, e, tal como se dava no Antigo Testamento, essa convocação fluía de um coração repleto de amor pelas pessoas e desejo de ver as bênçãos celestiais sobre elas.

Texto extraído da obra:
Doutrinas Bíblicas, Os Fundamentos da Nossa Fé. Rio de Janeiro, CPAD.

3 comentários:

Guilherme disse...

"E eu lancei-me a seus pés para o adorar; mas ele disse-me: Olha não faças tal; sou teu conservo, e de teus irmãos, que têm o testemunho de Jesus. Adora a Deus; porque o testemunho de Jesus é o espírito de profecia." (Apocalipse 19:10)

Em I Coríntios 12:7-11 a Bíblia diz que o Espírito Santo é a fonte dos dons espirituais. Um daqueles dons é a profecia (I Cor. 12:10). Portanto, a frase "Espírito de Profecia" parece se aplicar ao Doador dos dons - o Espírito Santo.

Como bem dissestes no texto, profecia envolve a noção de apregoar, de proclamar, de falar por Deus. Ora, a vontade de Deus para este mundo é que creiam em seu filho, Jesus Cristo, e que se arrependam de seus pecados. É por isso que João diz: "Quem crê no Filho de Deus, em si mesmo tem o testemunho; quem a Deus não crê, mentiroso o faz, porque não crê no testemunho que Deus de seu Filho dá.” (I João 5:10).

Portanto, a profecia nos tempos atuais envolve primordialmente a apregoação de quem Cristo é, de o que Ele realizou por nós. Envolve a confrontação do homem com seus pecados e com a santidade que há em Jesus (que em tudo foi tentado, mas sem pecado - Hebreus 4:15), o que desemboca na chamada pelo arrependimento.

A partir do momento em que fazemos disso o centro da nossa pregação, podemos considerar que estamos de acordo com o Espírito de Profecia, como verdadeiros apregoadores da vontade de Deus para esta geração.

Parabéns pelo texto!
Graça e paz!

André Silva disse...

Acabei de mandar um e-mail, pois não dá pra postar aqui.
Espero resposta.
André - PE

LUCIANO, simplesmente servo de DEUS! disse...

Olá amado!! graça e paz!

É muito bom encontrar a cada dia mais pessoas
dispostas a propagar o Evangelho, O blog está sendo
uma ferramenta muito útil pra essa finalidade, por isso
te convido a uma visitinha em meu blog para juntos com
sua permisão, trocar conhecimentos a respeito de Jesus.

um abraço em Cristo Jesus.

ass. Luciano.