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sábado, 22 de outubro de 2011

Não quero um pastor bacana!

Recomendo muitíssimo o livro Não Quero Ser um Pastor Bacana (Editora Mundo Cristão, 2011) do teólogo Kevin De Young com o esportista Ted Kluck.

O livro é uma crítica bem escrita, divertida e inteligente contra a nova roupagem de liberalismo teológico, ou como Kluck fala: o velho liberalismo teológico com roupas da MTV. Os capítulos mais "acadêmicos" ficam com Kevin e os capítulos mais divertidos (em tom de conversa) ficam com Ted. A leitura agradável mostra várias facetas dessa tendência pós-moderna de igreja cristã. O bom do livro é a originalidade, pois já existem inúmeras obras sobre o tema que acabam sendo repetitivos e redundantes.

O livro também mostra a contribuição do pós-modernismo para algumas posturas cristãs equivocadas herdadas do período moderno. Mas acima de tudo faz uma crítica do período relativista e adoutrinal que vivemos. 

Fica a dica!

Leia a sinopse da editora:
Um púlpito, um microfone e um pastor. Combinação que pode resultar em uma grande pregação ou num grande espetáculo. Colocado em altos pedestais, acima de suas ovelhas e, em alguns casos, adorado como o próprio Deus, o sacerdote pode perder o foco de sua verdadeira missão, ministério e vocação - levando a própria igreja para um abismo repleto de beijos, sorrisos, roupa da moda, afagos e pouca base teológica. Vivemos um tempo em que pastores e lideranças, em busca de programações atraentes, têm envolvido seus membros em um ativismo desgastante e uma espiritualidade rasa. Desta forma, perdem o foco da propagação do evangelho, enquanto investem tempo e dinheiro para lotar os bancos de suas congregações. O resultado disso é uma geração de cristãos aparentemente felizes, mas pouco familiarizados com os fundamentos bíblicos. Kevin De Young e Ted Kluck sabem o quanto a Igreja tem padecido por essa postura, mas estão certos de que ainda é possível resistir à igreja emergente, moderna e "antenada" e resgatar a essência do cristianismo, sem tornar a igreja uma instituição antiquada e engessada. Voltar às origens e resgatar o que foi perdido não é um retrocesso, mas sim um passo rumo ao futuro.

Um comentário:

André Sena disse...

Agora falta escrever "Não quero um pastor político"; "Não quero um pastor adorador de dinheiro"; "Não quero um pastor show business".
Estamos cheios de pastores e igrejas que transformaram o louvor em show, a pregação em verborragia egocêntrica e o dízimo em indulgência.
Não quero ser uma ovelha muda...