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segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Liberalismo teológico e sua natureza anticristã...


"Ao afirmar que o Liberalismo na igreja moderna representa um retrocesso para uma forma de religião não cristã ou subcristã, ficamos temerosos de que sejamos mal interpretados. Não cristã, numa relação como essa, às vezes, é tomado como um termo degradante. Mas não é isso que queremos dizer. Sócrates não era um cristão, assim como Goethe também não; no entanto, compartilhamos do respeito com o qual os nomes deles são vistos. Eles estão muito acima da média, do homem comum. Se o menor no Reino dos Céus é maior que eles, com certeza não o é por uma questão de superioridade inerente, mas por consequência de um privilégio imerecido que o tornará humilde, e não desrespeitoso. [...] Essas considerações não deveriam obscurecer a importância vital do ponto em questão. Se pudéssemos imaginar uma situação na qual toda a pregação da igreja fosse controlada pelo Liberalismo, o que já é preponderante em muitos lugares, cremos que o Cristianismo teria, afinal, desaparecido da face da terra, e o Evangelho já não seria mais proclamado. Se for assim, segue-se que a questão a ser investigada aqui é de máxima importância entre as outras questões com que a igreja tem que lidar. Muito mais importante do que todas as questões sobre método de pregação, é a questão sobre o que devemos pregar".

[MACHEN, John Gresham. Cristianismo e liberalismo. 1 ed. São Paulo : Shedd Publicações, 2012. p 14.]

Um comentário:

João Emiliano Neto disse...

Acho que antes de mais nada deveríamos pregar nas igrejas protestantes, hoje, fazermos um verdadeiro protesto contra os crimes perpetrados por certos elementos da mais alta periculosidade travestidos de pastores. Para começo de conversa.

Sem isso não há tema bizantino que oscile entre a santa ortodoxia ou a doentia heresia que justifiquem moralmente qualquer certeza ou incerteza a respeito, por exemplo, da inerrância ou não da Bíblia.

Ecclesia reformata et semper reformadna est!


JOÃO EMILIANO MARTINS NETO