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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

A oração faz as coisas acontecerem...

11 comentários:

Marcia disse...

John Piper, sempre excelente.

Anônimo disse...

Nem parece que é um calvinista pregando...
Cleber.

Ricardo Rocha disse...

Olha, o discurso o Piper é bonito, mas muito me espanta um discurso desse tipo ser prenunciado por um calvinista consistente como ele.

Pois me parece evidente que se Deus determina exaustivamente tudo o que vai acontecer, tudo vai acontecer INDEPENDENTEMENTE da sua oração, portanto não é a oração que faz as coisas acontecerem.

Esse tipo de discurso prova somente que é IMPOSSÍVEL viver e pregar como um calvinista consistente, sob pena de a vida ser um absurdo e os versos que nos mandam orar para que as coisas aconteçam perderem o sentido.

Anônimo disse...

Realmente nem parece que é um calvinista (para alguns um neopuritano). A pregação de John Piper é tão somente mais um exemplo da dificuldade que um calvinista tem em pregar e viver o que prega. Outro dia, li um sermão de Spurgeon, o Princípe dos Pregadores, e me espantei, pois tão nítida era a incongruência do que pregava com as doutrinas calvinistas.
Mas focando no vídeo e aproveitando a ideia do comentário de Ricardo Rocha, em relação ao determinismo porque será que Jesus orava e ensinou a orar?

Eduardo Tracci disse...

Esta pregação do Piper não é nem um pouco incongruente com as doutrinas calvinistas. Se alguém vê incongruência ou inconsistência é porque ainda não entendeu o que o calvinismo realmente ensina.

Ricardo Rocha disse:
"Pois me parece evidente que se Deus determina exaustivamente tudo o que vai acontecer, tudo vai acontecer INDEPENDENTEMENTE da sua oração, portanto não é a oração que faz as coisas acontecerem."

Porém, é importante que entendamos que se Deus determinou que algo acontecerá como resposta a uma oração, isso só acontecerá se esta oração for realizada.
O mesmo Deus que ordena um fim, ordena os meios pelos quais este fim ocorrerá.

Recomendo a leitura deste artigo do site de John Piper para que possam entender melhor a visão calvinista sobre o assunto.

http://pt.desiringgod.org/resource-library/articles/prayer-and-predestination

Ricardo Rocha disse...

Eduardo, conheço o argumento que usaste e, sinceramente, não faz o menor sentido.

Pois dizer que Deus determinou a oração como meio para que algo previamente determinado acontecesse isso significa nada mais que não foi a oração que causou o fato, mas foi Deus que o causou por meio de uma pre-destinação prévia.

Ou seja, a oração, no sistema calvinista não tem um poder contra causal, de mudar o curso dos acontecimentos naturais. Ela nada mais é que um fato que necessariamente tinha que acontecer, tal como o fato em si mesmo já estava determinado a acontecer.

Marcos Bandeira disse...

Acho que o que Piper quis dizer é que Deus, soberanamente, determinou que certas coisas acontecessem da seguinte forma: se nós orarmos as coisas acontecem, se não orarmos as coisas não acontecem.

Anônimo disse...

Leiam o livro Se Deus já sabe por que orar? Douglas Kelly e surpreendam-se o quanto são ignorantes do calvinismo. Editora Cultura Cristã. http://www.editoraculturacrista.com.br/produtos.asp?codigo=566

José Emerson Costa

Anônimo disse...

Lá vem um calvinista chamar os outros de ignorantes sem conhecer...
ai ai...

Cleber.

Anônimo disse...

Se nós orarmos e as coisas acontecerem, Deus é soberano. Se nós orarmos e as coisas não acontecerem, Deus continua soberano. Se nós não oramos e as coisas acontecerem, Deus é soberano. Se nós não orarmos e as coisas não acontecerem, Deus continua soberano.

Anônimo disse...

Os atributos de Deus coexistem em harmonia. Nenhum se sobrepõe a um outro ou nenhum atributo de Deus é maior do que o outro, pois Deus não se contradiz. Assim, por exemplo, a Imutabilidade de Deus se expressa em perfeita harmonia com sua Misericórdia, ou ainda, sua Onisciência com o seu Amor, sua Soberania com a sua Justiça.
A oração do crente deve se alicerçar nos valores do Reino Deus, sua justiça, verdade e vontade, senão "...pedis e nada tendes, porque pedis mal."