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domingo, 24 de fevereiro de 2013

A complexidade da Igreja, caros desigrejados, é sinal de vida!

Por Gutierres Fernandes Siqueira

Os desigrejados- aqueles que dizem amar Jesus, mas detestar a Igreja- reclamam que precisamos voltar para a simplicidade de Cristo. Assim, podemos nos reunir com um grupo informal, falar coisas bacanas sobre o Reino e depois voltarmos para as nossas casas. Bom, mas a complexidade da Igreja parece indicar uma morte dessa simplicidade, logo porque o romantismo envolto numa leitura simplificada do Evangelho leva o desigrejado para um Déjà vu


Ao contrário do que os desigrejados dizem, a complexidade da Igreja mostra a vida divina presente nela. O cristianismo continua problemático como sempre esteve, mas mantém a sua beleza. Quantos hospitais, escolas bíblicas, debates teológicos, orações, solidariedade, missões transculturais, evangelizações etc.! Sim, quanto problema, mediocridade, crimes, escândalos e distorções das Escrituras. Agora, a história mostra que sempre tivemos o joio e o trigo. Não era Judas um discípulo? Não foram quase todos medrosos fujões na morte de Cristo? Pedro não era um irresponsável com a sua língua e temperamento? Tomé não era um tanto incrédulo?

O grupo de Jesus não era um campus hipster romântico, mas sim constituído por gente problemática. A Igreja é complexa, logo é viva. “É apenas a árvore viva que cria galhos demais” [1], como já escrevera Chesterton. Portanto, voltar para a simplicidade de Cristo é querer conviver com pessoas e problemas, com mediocridade e nobreza, com espiritualidade e incredulidade, com compromissados e desanimados. A simplicidade de Cristo não é uma utopia infantil, é a realidade vivida. Não é ideal, porque precisa ser a vida cotidiana. A utopia dos desigrejados, como toda utopia, é a negação da realidade que não queremos viver. 

_________

“O que receio, e quero evitar, é que assim como a serpente enganou Eva com astúcia, a mente de vocês seja corrompida e se desvie da sua sincera e pura devoção a Cristo. [2 Coríntios 11.3 NVI] Este é o nosso orgulho: A nossa consciência dá testemunho de que nos temos conduzido no mundo, especialmente em nosso relacionamento com vocês, com santidade e sinceridade provenientes de Deus, não de acordo com a sabedoria do mundo, mas de acordo com a graça de Deus. [2 Coríntios 1.12].”


Referência Bibliográfica:

[1] CHESTERTON, Gilbert k. Tremendas Trivialidades. 1 ed. Campinas: Editora Ecclesiae, 2012. p 137.

22 comentários:

André, vulgo Alliadoo disse...

Eis que sou um desigrejado. Nunca imaginei viver tal situação na qual me encontro há 5 meses.

Fui sumariamente excluído pelos pastores locais acusado de não ter com eles "aliança" (devoção). Enfim...

Pouco tempo dps do episódio tentei contato com igrejas cuja operacionalidade eu me identifiquei. Deu em nada. Ou não tem pretensão de abrir uma congregação aqui onde moro ou simplesmente não obtive resposta. Daí, parei. Senti q estava ansioso demais.

Hoje, sou perguntado se não sinto falta. Não, não sinto não. 11 anos a fio servindo ao sistema religioso, envolto em escalas e obrigações me fazem curtir demais acordar mais tarde aos domingos. Bem como estar em casa à noite.

Sabe, sei q tudo fora com consentimento de Deus, mas vez ou outra sou pego numa sensação de ter desperdiçado tempo. Por causa da religiosidade, o sistema me roubou finai-de-semanas a fio. Coisa q não volta mais.

Apesar disso, permaneçamo como tal, não por desilusão. Não farei coro dizendo q a igreja precisa de reforma, q nunca mais vou congregar etc etc etc. Não... apenas estou vivendo um dia após o outro, sabedor de q Deus terá um lugar apropriado para o serviço cristão. Só não quero me filiar a uma igreja qualquer por vergonha de dizer q sou um desigrejado ou pela obrigação de dar uma resposta aos outros.

É o meu sabbaht, meu período inter-testamentário. Só isso.

Permaneçamos firmes!

Fernando disse...

Gutierres, quando você diz que os desigrejados dizem amar Jesus mas detestar a Igreja acho que é um certo exagero aqui, uma generalização. Nem todos são assim. Eu me considero um desigrejado, pois a um bom tempo não tenho frequentado igreja alguma, mas não odeio a igreja, apenas não estou me encontrando. Tem muitas coisas nas igrejas hoje que não estou conseguindo engolir. Sei que tem igrejas sérias, e pretendo voltar a frequentar uma delas, mas tem sido muito difícil encontrá-las, e com tudo que vi nos últimos anos confesso que fico bem desanimado de frequentar cultos onde muitas vezes o homem é idolatrado, onde as experiências estão acima da Palavra, onde problemas que poderiam ser muito bem evitados são maximizados ao extremo, onde não há liberdade de expressão, onde o objetivo tem sido mais o lucro do que o reino de Deus. Isto cansa e muitas vezes tira o ânimo. Concordo em parte contigo, pois não acho que estou certo em minha apatia, porém os desigrejados não podem apenas ser rotulados como aqueles que odeiam a igreja, o que não é verdade em sua totalidade.

Luccas Andrade disse...

muito bom post, esse é um tema muito importante, eu mesmo tenho conhecido varios desigrejados, rs, um grupo que só aumenta.
Mas o evangelho de Cristo não mudou, quem gasta seu tempo aos domingos de manhã e a noite fazendo a obra de Deus, não se arrependerá, agora quem faz para o homem, ou para si mesmo (o que é a vdd na maioria das vezes em que vemos pessoas decepcionadas), esse sim vai sentir que se perdeu no "sistema religioso". Devemos lembrar que ninguem está ligado à cabeça, se não estiver no corpo, e sentir-se bem consigo mesmo, não significa estar bem com Deus. Por isso, viver um suposto evangelho à minha maneira não me torna um cristão genuinamente salvo. A Igreja é de certa maneira uma moderadora, como diz a Bíblia, ela é a coluna e o fundamento da verdade. Não é apenas uma reunião de comunhão, mas o próprio corpo de Cristo, a plenitude daquele enche tudo em toda e qualquer circunstancia.

Deus abençoe

Ivo Gomes de Lima disse...

"A utopia dos desigrejados, como toda utopia, é a negação da realidade que não queremos viver."

E essa utopia citada é, muitas vezes, mera expressão de minha soberba, após ferir, desprezar e abandonar os santos; noutras vezes, é o grito de dor de alguém (trigo ou joio, o Senhor o sabe) ferido por mim, que sou "igrejado". (E somente no Sumo Pastor está - seja qual for a situação - a cura.)

A complexidade da Igreja é sinal de vida, assim como a operação da carne nos filhos de Deus é sinal que entristece o Espírito Santo, envergonha aO Cabeça da Igreja e dá espaço à operação mortal do Adversário, ansioso por produzir ainda mais "desigrejados" ou "igrejados mortos".

Que as misericórdias do Espírito Santo possam alcançar, igualmente, a "desigrejados" e a "desigrejadores"- todos igualmente necessitados da compaixão de Deus, do socorro do Espírito de Jesus Cristo e da piedade da Igreja.

Orlando disse...

"Sou crente em Jesus, mas sou um desigrejado, logo um contra senso!"

"A Igreja é uma coisa, as denominações são outra."

"Quem tem Deus como Pai não precisa de denominações como mãe."

Frases que eu concordo!

Recomendamos: http://souteologico.blogspot.com.br/2011/05/natureza-da-igreja-questao-dos-sem.html

Abraços
Orlando

Anônimo disse...

Acho que muitos desigrejados não odeiem a igreja, mas estão desapontados. Ihreka é algo muito simples: comunhão e compartilhar a fé. É o que menos existe nas igrejas, que é um aglomerado de solitários, achando que tem "comunhão", mas na verdade vivendo sozinhos até o proximo culto. Na era tecnologica, fica mais facil ouvir um bom sermão em youtube ou mp3.
A igreja precisa voltar a praticar a comunhão. Mas geralmente os pastores são os que mais carecem ensino nesta área, pois são solitários a serviço do povo em solidão....
Abraço, Matias (um igrejado ou igrejeiro)

Ivo Gomes de Lima disse...

O Senhor conhece o coração de cada um de todos quantos Lhe pertencem ("igrejados", "desigrejados", ou sei lá mais que "rótulos" nós inventemos). "O que vem a Mim, de modo algum o lançarei fora"- é o próprio Senhor quem garante. Mas a práxis da vida cristã implica comunhão de santos, interação com salvos, oração a sós e oração na congregação, louvor individual e louvor na congregação, estudo individual da Escritura, ensino da escritura e aprendizado coletivo da Escritura.

Isto não significa, é claro, que eu deva correr e me tornar membro do primeiro grupo de pessoas que se disser de Cristo, sem me importar com os frutos que nessas pessoas eu vejo. Mas eu preciso, com paciência, oração e humildade, procurar um grupo de salvos me pareça pregar e viver - o menos desequilibradamente possível - a Bíblia. Se estou "desigrejado", cabe-me perseverar em me manter "olhando firmemente para Jesus"- e logo descobrirei que preciso de congregar com santos, e o Senhor me ajudará. Receba um abraço, irmão a quem estão chamando de "desigrejado"; e ao orar, rogue a Deus por "igrejados" como eu que ainda não sabem amar da forma como o Senhor deixou para a Igreja fazer.

Ivo Gomes de Lima disse...

Bom. Em se tratando da experiência dos filhos de Deus, certamente há alguns em "solidão", como também há outros em "comunhão no Espírito Santo". Mas se sinto falta de amor para comigo, não alcançarei esse amor de que sinto falta senão procurando (ao invés de receber amor) amar - no Espírito Santo - os que me cercam. (Mesmo quando todos falham em me amar, o amor de Jesus não cessa de me atingir).

André, vulgo Alliadoo disse...

Percebe-se o condicionamento mental de certos igrejados quando ecoam o mesmo blábláblá. Frases de efeito do tipo "Ninguém está ligado ao cabeça se não estiver no corpo", como se ele, o corpo, fosse manifesto apenas nas reuniões congregacionais.

O que dizer dos milhares de irmãos da Igreja Perseguida que não se reúnem simplesmente por que não há como se reunir? Países como a Somália onde não há templos, o que dizer desses desigrejados?

É cada uma que eu vou te contar, viu...

Ivo Gomes de Lima disse...

Devo perceber e estar sempre lembrado de que "condicionamentos mentais" podem ocorrer (e ocorrem frequentemente) tanto entre "igrejados" quanto entre "desigrejados". E meus "condicionamentos" (leia-se, carência do Espírito Santo e da Bíblia em minha vida pessoal) acabam ferindo meus (tanto igrejados, quanto desigrejados) irmãos.

Não é nada prazeroso para nenhum filho de Deus ser atingido por condionamentos de outro irmão; mas, queiramos ou não, acabamos (pois ninguém tem a estatura perfeita de Cristo) também por atingirmos algum(ns) irmão(s) com nossos condicionamentos.

Na Escritura encontramos - em se tratando de filhos de Deus - "suportai-vos uns aos outros" (no sentido de sofrermos junto com as demais ovelhas do nosso "pasto"); mas onde encontrar na Bíblia "afastai-vos uns dos outros" (no sentido de que devamos ficar sem "rebanho" nenhum?

André, vulgo Alliadoo disse...

Irmão Ivo,

Respondendo a sua pergunta: não há na Bíblia nenhuma orientação para nos afastarmos uns dos outros.

Por outro lado, sinceramente eu acho que deveríamos caminhar para a via do "aquele que come carne não fale mal do que não come" e vice-versa.

Para suportar uns aos outros é necessário estar numa denominação? E o que dizer dos irmãos já citados da igreja perseguida que se reúnem em pequenos grupos? E de alguns desigrejados que se reúnem em casas como a Igreja Primitiva?

Determinados paradigmas colocados pelo sistema religioso são passíveis de questionamento e têm gerado essa massa que se auto exclui das igrejas. Por exemplo, papinho de que pra fazer a obra de Deus tem que estar em ministério, se vc não se envolve não está crescendo na obra... é engodo e condicionamento puro. Quem pensa assim, aprende que só pode ser de uma forma e pronto. Por isso, levantei tais questões. Existe apenas uma forma de suportar uns aos outros e ter comunhão?

Falo por mim, irmão Ivo, fui excluído justamente por participar de missões urbanas com irmãos de outras denominações. Como se isso não fosse fazer a obra de Deus. O que vemos, nós que participamos desse tipo de trabalho, é que todos sofrem as mesmas coisas nas diferentes denominações...

Finalizando, desigrejado que critica o igrejado está dodói e precisa se curar. Deve falar por si mesmo e não em nome de um todo. As situações são peculiares demais. Cada um, independente do seu estado, deve procurar na Bíblia Sagrada discernir o seu momento e aproveitar cada experiência. Cada aprendizado.

Permaneçamo firmes!

Ricardo Dondoni disse...

Grande Gutierres,

Em parte, é óbvio que encontramos pessoas em conformidade com o que expõe, mas, por exemplo, conheço amigos que foram desigrejados, expulsos, simplesmente, porque resolveram se colocar a disposição para auxiliar o ministério pastoral local, jogando as cartas na mesa a luz das escrituras, explicando o que estava sendo feito alinhado com as escrituras e o que, definitivamente, não estava... colocando-se a disposição para auxiliar naquilo que pudesse ser útil e não atrapalhar naquilo que não pudesse auxiliar, por não compartilhar da mesma "visão" em determinada questão.

Pois bem, a porta da rua foi a serventia da casa. E eles já tinha 3 anos de casa. Afinal de contas, parece-me que naquele lugar em questão, a igreja não era de Cristo, ..., provavelmente, tinha outro dono...

No entanto, Hb 10.25 alerta que nosso lugar é dentro da Igreja, mesmo que tenha ocorrido algo brusco como o acima citado. Nosso lugar não é fora do corpo, ..., é mister a existência de um tempo necessário a visitação de novas igrejas e compreensão de como o ministério de determinado grupo trabalha a fim de encontrar o modo como pode se encaixar naquela nova congregação. Afinal, não adiante frequentar uma nova congregação, temos que ser utéis ao ministério, aonde congregamos.

Ivo Gomes de Lima disse...

Nobre André- penso que "comer carne versus não comer carne" ou "eu gosto de orar aos gritos versus eu gosto de orar em silêncio", sejam assuntos irrelevantes na experiência cristã; mas o "congregar versus não congregar", penso que seja coisa importante. O tabernáculo era o centro da vida de Israel no deserto; e o templo é elemento central na vida cristã. (E até faço questão de não declinar minha denominação, para não parecer que estou fazendo proselitismo ao me dirigir a você. Aliás, você me parece ter recebido de Deus conhecimento suficiente para não se deixar levar por "marketing religioso").

E desde quando "suportar sem congregar" é "suportar" os irmãos no sentido neo-testamentário? Você já pensou o quanto você pode - mediante a experiência que o Senhor já lhe deu - ser usado por Ele para apoiar, orientar e estimular as ovelhas dEle? Ou você não viu na congregação nenhum irmão necessitado de sabedoria e de graça? Tem certeza de que você não sente vontade de chorar, ao lembrar da fraqueza e da falta de conhecimento bíblico de nenhum deles? Você nunca encontrou um irmão que precisasse de sua ajuda? Você tem idéia do quanto - carregando a Cruz de Cristo, em termos de sofrer pelos irmãos - o Senhor pode fazer através de você?)

P.S.: Chegou aos seus ouvidos que para fazer a obra de Deus você precisava estar no “ministério”? (A mim, garantiram que “o Senhor vai te ferir”- se eu não aceitasse certa responsabilidade na congregação. Mas na mesma congregação eu aprendi a procurar “ouvir tudo e reter apenas o bem”. E o Senhor continua me ajudando, mesmo sem eu haver aceito o encargo. Rsrsrsrs!) Continue lendo a Palavra, continue orando, visite grupos de santos, pergunte ao Senhor onde Ele quer colocar você; já imaginou quantas ovelhas dEle podem estar precisando aprender de você que não precisam estar no ministério para fazerem a Obra? (Não esqueça de incluir meu nome em suas orações).

Ivo Gomes de Lima disse...

O Ir. Ricardo citou uma experiência desagradável de irmãos que iriam "auxiliar" em certo campo. Mas irmão: se chego para "auxiliar", preciso entender que estou me submetendo àquele (seja lá qual for) ministério; se não me convém o tal lugar, minha obrigação é não ir para lá ou, estando lá, solicitar logo o meu desligamento. Se permaneço e não sou aceito...

Espero que a experiência haja sido de irmãos que, entendendo que acabariam tendo de ir contra a Escritura se permanecessem no campo, pediram para sair.

Aprendiz disse...

Creio que quanto à igreja, da mesma forma que em muitas outras coisas, vale a regra:
É melhor acompanhado do que só, mas é melhor só do que mal acompanhado.

Tem muitos pastores maus por ai, que expulsam as ovelhas, seja diretamente, seja através de suas heresias e desvios. Em muitos lugares, pode não haver nenhuma igreja que realmente seja igreja.

Ivo Gomes de Lima disse...

waardsyia"Em muitos lugares, pode não haver nenhuma igreja que realmente seja igreja."

Meu entendimento é de que - em termos de Brasil do início do século XXI - cidade onde não há nenhuma igreja que seja Igreja de Cristo, é exceção e não regra. E no caso de algum(a) irmão(ã) se encontrar nessa situação de excessão, cabe permanecer no Senhor, com o estudo da Palavra e a oração, até receber a resposta do Senhor quanto ao que lhe compete fazer; o Senhor não esquece nenhum de Seus filhos - onde quer que se encontrem - e jamais falhará em prover cada uma de todas as suas necessidades. (Penso que uma situação assim significa um(a) filho(a) de Deus sendo provado pelo Senhor).

O que não posso permitir que aconteça comigo é eu (justamente como consequência de não estar congregando) adotar uma percepção equivocada dos grupos de santos em minha cidade e, julgando-me "mais bíblico" que todos os filhos de Deus, entender que eles não são Igreja do Senhor, e excluir-me do rebanho. (Penso que uma situação assim significa que meu conhecimento espiritual de Cristo e de Sua Igreja na Terra precisam ser aperfeiçoados mediante minha presença na congregação).

Pr. Noia disse...

Paz a todos!
Penso que o problema de ser ou não igreja está no foco que damos a nossa vida cristã.
Se o meu foco é SERVIR aos necessitados, ou PREGAR a palavra de libertação aos aprisionados, ou mesmo CUIDAR dos enfermos, etc... A saúde eclesiástica (administrativa ou organizacional) da Igreja não fará muita diferença, já que não olho para o alto da pirâmide, mas para a base dela, onde estão os necessitados...
E quanto "pior" for a administração desta suposta igreja, mais a base da piramide de religiosos precisa de nosso auxílio, não da nossa omissão ou fuga.
Qual o nosso foco amados irmãos, servir ao Senhor com alegria cuidando das suas ovelhas, confinadas ou não em apriscos, ou ser servido pelos líderes ?
Graças a Deus pelos erros e acertos das lideranças, pois eles só refletem nossa própria imagem no espelho da nossa existência.
Um dia haverá uma liderança impecável e um corpo (igreja) perfeit, e nesse dia, oxalá estejamos diante da face do nosso mestre Jesus, em jerusalém celestial.
Por enquanto, não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima. (Hebreus 10:25)
Abraços igrejados e desigrejados..rsrsr
Pedro


Pr. Noia disse...

Paz a todos!
Penso que o problema de ser ou não igreja está no foco que damos a nossa vida cristã.
Se o meu foco é SERVIR aos necessitados, ou PREGAR a palavra de libertação aos aprisionados, ou mesmo CUIDAR dos enfermos, etc... A saúde eclesiástica (administrativa ou organizacional) da Igreja não fará muita diferença, já que não olho para o alto da pirâmide, mas para a base dela, onde estão os necessitados...
E quanto "pior" for a administração desta suposta igreja, mais a base da piramide de religiosos precisa de nosso auxílio, não da nossa omissão ou fuga.
Qual o nosso foco amados irmãos, servir ao Senhor com alegria cuidando das suas ovelhas, confinadas ou não em apriscos, ou ser servido pelos líderes ?
Graças a Deus pelos erros e acertos das lideranças, pois eles só refletem nossa própria imagem no espelho da nossa existência.
Um dia haverá uma liderança impecável e um corpo (igreja) perfeit, e nesse dia, oxalá estejamos diante da face do nosso mestre Jesus, em jerusalém celestial.
Por enquanto, não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes, façamos admoestações e tanto mais quanto vedes que o Dia se aproxima. (Hebreus 10:25)
Abraços igrejados e desigrejados..rsrsr
Pedro

Ivo Gomes de Lima disse...

"Se o meu foco é SERVIR aos necessitados, ou PREGAR a palavra de libertação aos aprisionados, ou mesmo CUIDAR dos enfermos, etc... A saúde eclesiástica (administrativa ou organizacional) da Igreja não fará muita diferença, já que não olho para o alto da pirâmide, mas para a base dela, onde estão os necessitados... E quanto "pior" for a administração desta suposta igreja, mais a base da piramide de religiosos precisa de nosso auxílio, não da nossa omissão ou fuga."

Para o(a) servo(a) de Cristo já provado, aprovado e amadurecido na Palavra, este acima me parece um excelente posicionamento. (Assim como para os Tobias e Sambalates da vida, que terão seus interesses carnais preservados).

Na minha simplicidade, peço que alguém aqui me esclareça: Como fica a ovelha de Cristo, simplória e indefesa, que ainda não sabe SERVIR (servir, no Evangelho; não apenas em solidariedade ou humanismo) nem PREGAR com sabedoria do Céu, nem CUIDAR DOS ENFERMOS na virtude do Espirito Santo? “Cegos” guiando quem ainda enxerga pouco, é "rebanho do Sumo Pastor" ou é "associação religiosa"?

Eduardo Alexandre disse...

Caro Gutierres Siqueira, colocar assuntos de certa relevância num blog e responder aos comentários não um ato nobre. Não vi você responder a nenhuma indagação postada. Acho que você não tem segurança no que postou. Talvez você seja mais um dos que só repetem a falácia evangélica institucionalizada. abraço!

James, crente desigrejado disse...

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Patéticos religiosos,


Os "desigrejados" simplesmente não nos misturamos nos lugares apelidados de 'igrejas', simplesmente não precisamos de lugar fixos com nome religioso para nos reunir...

Vocês poderiam deixar que homens como o Gutierres Fernandes Siqueira que gosta de bajulação viver a fé dele, e não criticar a fé alheia!!!

Mais uma vez, é um pesar passar por este local cibernético da religião manipulada...

..
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James, crente desigrejado disse...

Gutierres Fernandes Siqueira???

É um muleque religioso que gosta de ser bajulado pelos pastorecos, dono do blog "Teologia Pentecostal", escreve coisinhas para "boi dormir", vive das baboseiras pentecostais que escreve e coisitas mais, de uma plebe religiosa, mais um bastardo religioso!!